Fui passear no Congresso Nacional.
Achei maravilhoso.
Sabe o que eu senti lá dentro?
Depois de tanto ver na TV?
Me senti num cenário "GLOBAL", parecia coisa de novela das 8...
Depois, quando já estiver em casa e usando um PC, vou postar as fotos da minha "epopéia" pela capital do nosso País.
Domingo volto pra minha doce e temperamental Curitiba.
Não é uma lista. Não são dicas de maneiras fáceis de se chegar a algum lugar, e sim os mil passos que ainda estou dando pra chegar ao Meu Lugar.
22 de jul. de 2008
20 de jul. de 2008
A falta que me faz.
Amo livros.
Umas das coisas que fazia muito antes de ter filhos, era ler livros, e é o que mais sinto falta.
Agora quando consigo ler dois em um ano dou pulos de alegria.
Tenho companheiros fiéis.
Aqueles que quando não consigo começar nenhum livro novo, pelo medo de me frustrar e não conseguir terminar, puxo e releio. Porque senão consigo chegar ao fim, já sei como é.
Mas cada vez que releio sinto a mágica.
Amo literatura brasileira, sou fanática por Machado de Assis.
Machadão me prende, desde o primeiro exemplar seu que li, Ressurreição, até o mais famoso de todos, Dom Casmurro.
Também sou muito fã de Eça de Queiroz. Recorro sempre ao Primo Basílio que já reli quase um milhão de vezes.
Dos "estrangeiros", gosto de Mark Twain e amo Emile Brontë.
O Morro dos Ventos Uivantes, me toca fundo a alma, releio sempre desde os meus treze anos.
Encontrei com a Emile, na biblioteca Publica da minha cidade, local que freqüentei com assiduidade até meus 23 anos. Pegava o ônibus, saia do meu bairro em rumo ao "centro da cidade", caminhava alguns quarteirões e chegava ao meu lugar favorito no planeta todo.
Lembro ainda da sensação.
Ler um livro. Sentir um livro e me identificar com o livro.
Sinto falta disso.
Umas das coisas que fazia muito antes de ter filhos, era ler livros, e é o que mais sinto falta.
Agora quando consigo ler dois em um ano dou pulos de alegria.
Tenho companheiros fiéis.
Aqueles que quando não consigo começar nenhum livro novo, pelo medo de me frustrar e não conseguir terminar, puxo e releio. Porque senão consigo chegar ao fim, já sei como é.
Mas cada vez que releio sinto a mágica.
Amo literatura brasileira, sou fanática por Machado de Assis.
Machadão me prende, desde o primeiro exemplar seu que li, Ressurreição, até o mais famoso de todos, Dom Casmurro.
Também sou muito fã de Eça de Queiroz. Recorro sempre ao Primo Basílio que já reli quase um milhão de vezes.
Dos "estrangeiros", gosto de Mark Twain e amo Emile Brontë.
O Morro dos Ventos Uivantes, me toca fundo a alma, releio sempre desde os meus treze anos.
Encontrei com a Emile, na biblioteca Publica da minha cidade, local que freqüentei com assiduidade até meus 23 anos. Pegava o ônibus, saia do meu bairro em rumo ao "centro da cidade", caminhava alguns quarteirões e chegava ao meu lugar favorito no planeta todo.
Lembro ainda da sensação.
Ler um livro. Sentir um livro e me identificar com o livro.
Sinto falta disso.
16 de jul. de 2008
para ouvir
Quem conhece Nenhum de Nós vai lembrar.
Hoje acordei assim.
Saudade de casa, e nem estou uma semana fora, casa da gente é "massa" né?.
Tá bem ruizinha a gravação mas foi a única que encontrei. Quando achar uma melhor atualizo tá?
Relembrem...
Hoje acordei assim.
Saudade de casa, e nem estou uma semana fora, casa da gente é "massa" né?.
Tá bem ruizinha a gravação mas foi a única que encontrei. Quando achar uma melhor atualizo tá?
Relembrem...
14 de jul. de 2008
Estou em Brasília.

Como saber que você está em Brasília (em julho):
A grama é cinza, verde muito raramente;
O céu é de um azul lindo;
As casas, por mais lindas, pintadas, adornadas, tem uma faixa avermelhada no "rodapé" externo;
Manteiga de cacau ou protetor labial, é tão útil quanto no Sul;
O ar é seco e gelado(não acredita????);
A cidade está vazia;
Os shoppings lotados(????);
Come-se muito caldo(mocotó e outros derivados);
Q é quadra(oooops, em qualquer época do ano).
Vou continuar fazendo minha pesquisa de campo, se for necessário volto com novas informações(hehehehe).
10 de jul. de 2008
Ela é minha primeira!

...tenho certeza de que ela não vai gostar da foto...
No post anterior eu tive um ataque nostálgico que não para mais.
Mas hoje eu vou falar do meu futuro.
Em 1994 ela chegou na minha vida, sem pudor nenhum levou meu coração, tomou conta dos meus ursinhos e dormia na minha cama, e olha que a minha cama era minha cama e pronto, ninguém nem podia por o bumbum pra descansar que já ouvia uns gritos histéricos reclamando território: "Suma já daí!"
Mas ela podia, ela pode até hoje.
Ela foi a primeira boneca falante e chorante da minha vida e quando me sorria (e sorria muito) me ganhava facinho.
Ensinei ele a me chamar, e a danadinha aprendeu rápido, era um tal de Tia Gi(minha familia toda me chama assim, outra hora explico) pra todo lado, uma graça, mais um ponto pra danadinha.
Foi com ela que tomei gosto em ser tia, foi com ela que tive a preocupação de febre pela primeira vez, foi nela que pensei o tempo todo quando fui pra Disney, era pra ela todos os enfeites de cabelo e os penteados mais loucos e foi nela que pensei(muito)quando os pais delas separaram.
Em 1999, quando fiquei grávida do Caio, passei uma temporada morando com ela, uma companheirona de 5 anos. Uma delicia de papos malucos, muitas danças, muitos sorrisos...
A Amanda é assim, uma princesa.
Minha primeira sobrinha, uma gata.
Não vejo a hora de vestirmos o mesmo manequim, pra que ela possa usar minhas roupinhas de festa, que possa emprestar pra ela minhas sandálias...
Porque pra mim a Amanda é muito mais que sobrinha, é a minha filha que nasceu em outra família e que dei sorte em ser sua tia, sou enlouquecida por ela(as vezes enlouqueço com ela).
Vejo nela, sem pressões, um futuro novo pra mim, porque posso ver o mundo com os olhos dela, estudar biologia, odonto, medicina ou sabe-se lá o que ela vai ser quando crescer.
Posso viajar com ela, aprender idiomas.
Porque por mais distante que ela vá eu vou junto. Vou no coração dela, porque tenho certeza que esse amor é muito correspondido.
Amanda, pode ficar tranqüila não farei você pagar todos os micos que prometo, só alguns e serão feitos e falados pelo enorme amor que sinto por você.
Não vou cantar "Como uma Deusa" no seu aniversário de 15 anos ano que vem, mas não garanto que vou me comportar tá?
Te amo do tamanho dos mundos:)

... e a gente adora brincar com a máquina...
P.S.: Num outro texto falo da sua prima também.
8 de jul. de 2008
O Modismo
Na metade final da década de 80, havia um certo hábito de aderir em grupos, alguma coisa, um modo de vida, um modo de se vestir, uma música, uma mania e por aí vai.
Esses efeitos coletivos eram chamados de modismo, não sei como chamaria isso hoje, visto que não sou adolescente a 2 décadas... Mas na minha época e região, era modismo.
Entre brincos de cruz(Like a virgen); dançar aos passinhos; jogar queimada(caçador) ou volêi no recreio, fazer tratos que se faziam valer a partir que duas pessoas cruzassem o dedo minimo; sarauzinhos dançantes aos sábados(num desses dei meu primeiro beijo oficial!); festinhas americanas, onde as meninas levavam os comes e os meninos os bebes; jogar atari na minha casa; assistir He-Man...
Teve um que de jeito maneira consegui aderir, até tentei, mas não gostei do negócio.
Chupar "halls". Até hoje me dá um certo ruim de lembrar ou chupar o danado. Meu marido gosta demais daquele extra-forte, os meninos vão no embalo, eu não consigo!
Nessa época eu tinha um namorado(o primeiro) que era 3 anos mais velho do que eu, e o danado fumava(argh), para aliviar e não ter que passar pela lei seca que eu estabeleci, não beijava ele com boca de cigarro, ele sacava um drops e chupava antes de chegar na minha casa(era meu primeiro namorado, e a gente namorava na minha casa, sob os olhares da minha mãe e padrasto), hoje com o paladar(hehehe) mais refinado não sei o que era pior o gosto do cigarro sozinho, o gosto do "halls" ou o gosto de ambos, mas era menina, era meu primeiro namorado e achava tudo bom.
Mas o grande lance, é que era modismo mesmo, todo mundo tinha um no bolso do seu jeans(Us Top ou Lee), ou dentro de sua mochila(Arrepios), tinha o rosa que era o de cereja, o azul que era de menta(eu acho) e o preto que era o extra forte.
Nessa época fiz grandes amigos que são amigos até hoje, ninguém mais chupa o tal do "halls", nínguem usa mais brincos com cruz(mas ainda ouvimos Madonna), não vejo ninguém mais dançando, quem dera em passinhos(só eu e a Julia - minha afilhada), mas no domingo me surpreendi vendo as crianças brincando de queimada/caçador aqui em casa... Daí veio essa nostalgia toda.
Esses efeitos coletivos eram chamados de modismo, não sei como chamaria isso hoje, visto que não sou adolescente a 2 décadas... Mas na minha época e região, era modismo.
Entre brincos de cruz(Like a virgen); dançar aos passinhos; jogar queimada(caçador) ou volêi no recreio, fazer tratos que se faziam valer a partir que duas pessoas cruzassem o dedo minimo; sarauzinhos dançantes aos sábados(num desses dei meu primeiro beijo oficial!); festinhas americanas, onde as meninas levavam os comes e os meninos os bebes; jogar atari na minha casa; assistir He-Man...
Teve um que de jeito maneira consegui aderir, até tentei, mas não gostei do negócio.
Chupar "halls". Até hoje me dá um certo ruim de lembrar ou chupar o danado. Meu marido gosta demais daquele extra-forte, os meninos vão no embalo, eu não consigo!
Nessa época eu tinha um namorado(o primeiro) que era 3 anos mais velho do que eu, e o danado fumava(argh), para aliviar e não ter que passar pela lei seca que eu estabeleci, não beijava ele com boca de cigarro, ele sacava um drops e chupava antes de chegar na minha casa(era meu primeiro namorado, e a gente namorava na minha casa, sob os olhares da minha mãe e padrasto), hoje com o paladar(hehehe) mais refinado não sei o que era pior o gosto do cigarro sozinho, o gosto do "halls" ou o gosto de ambos, mas era menina, era meu primeiro namorado e achava tudo bom.
Mas o grande lance, é que era modismo mesmo, todo mundo tinha um no bolso do seu jeans(Us Top ou Lee), ou dentro de sua mochila(Arrepios), tinha o rosa que era o de cereja, o azul que era de menta(eu acho) e o preto que era o extra forte.
Nessa época fiz grandes amigos que são amigos até hoje, ninguém mais chupa o tal do "halls", nínguem usa mais brincos com cruz(mas ainda ouvimos Madonna), não vejo ninguém mais dançando, quem dera em passinhos(só eu e a Julia - minha afilhada), mas no domingo me surpreendi vendo as crianças brincando de queimada/caçador aqui em casa... Daí veio essa nostalgia toda.
4 de jul. de 2008
A missão
A missão continua, a Tânia que além de ser uma poetisa linda, está antenada nos acontecimentos me mandou esse site www.gentileza.net, pra quem quizer conhecer um pouco da história ou baixar banners.
Vale conferir, a proposta é boa.
Vale conferir, a proposta é boa.
2 de jul. de 2008
1 de jul. de 2008
O TOC meu de cada dia
Tenho TOC.
E uma das coisas mais hilárias em se ter TOC é a reação das pessoas em volta, não os que convivem comigo, porque como tenho fama de doidinha eles nem percebem, mas dos conhecidos e desconhecidos. Me dá até um prazer, porque quando era mais nova morria de constrangimento.
O TOQUEZINHO que tenho é leve, inofensivo e ainda não vi em nenhum filme, mas é do balaco...
As vezes do nada mesmo, sem uma explicação científica tenho que repetir em voz alta(um dia já foi ao berros) uma palavra, eu vejo a palavra escrita, com acentos e tudo na minha cabeça, uma beleza, daí vem a vontade que quase se mistura com uma falta de ar absurda, pronto tá criado o TOC, tenho que falar, com 10 anos eu gritava com 35 eu falo.
O problema é quando eu tenho isso num ônibus relativamente cheio, exame ginecológico, igreja...
Fiz um concurso no domingo e me coçou tanto a tal palavra, que eu já tava quase ficando roxa de sem ar, o jeito foi pedir pra ir no banheiro e a palavra era, PING-PONG... hahahaha
É mole?
Eu dividida entre investimentos bancários e PING-PONG.
Fala sério né?
Quando sai do reservado, a fiscal só ficou me olhando com uma cara de "tá maluca?", olhei pra ela e falei, "TOC".
Aposto um doce que ela não entendeu nada.
TOC é algo que não se controla, acho que nem tomando remédios, porque além de ser portadora de um transtorno obsessivo-compulsivo, tenho problema com a depressão, mas esse já é um outro assunto, e as vezes vejo a necessidade de ingirir algumas pílulas da felicidade e o toquezinho companheiro de guerras não me abandona.
Mas, apesar de tudo, do constrangimento que me causou na infância e parte da adolescência porque com 15 anos eu já ria disso, me divirto com a reação das pessoas.
Porque RIR É O MELHOR REMÉDIO!
E uma das coisas mais hilárias em se ter TOC é a reação das pessoas em volta, não os que convivem comigo, porque como tenho fama de doidinha eles nem percebem, mas dos conhecidos e desconhecidos. Me dá até um prazer, porque quando era mais nova morria de constrangimento.
O TOQUEZINHO que tenho é leve, inofensivo e ainda não vi em nenhum filme, mas é do balaco...
As vezes do nada mesmo, sem uma explicação científica tenho que repetir em voz alta(um dia já foi ao berros) uma palavra, eu vejo a palavra escrita, com acentos e tudo na minha cabeça, uma beleza, daí vem a vontade que quase se mistura com uma falta de ar absurda, pronto tá criado o TOC, tenho que falar, com 10 anos eu gritava com 35 eu falo.
O problema é quando eu tenho isso num ônibus relativamente cheio, exame ginecológico, igreja...
Fiz um concurso no domingo e me coçou tanto a tal palavra, que eu já tava quase ficando roxa de sem ar, o jeito foi pedir pra ir no banheiro e a palavra era, PING-PONG... hahahaha
É mole?
Eu dividida entre investimentos bancários e PING-PONG.
Fala sério né?
Quando sai do reservado, a fiscal só ficou me olhando com uma cara de "tá maluca?", olhei pra ela e falei, "TOC".
Aposto um doce que ela não entendeu nada.
TOC é algo que não se controla, acho que nem tomando remédios, porque além de ser portadora de um transtorno obsessivo-compulsivo, tenho problema com a depressão, mas esse já é um outro assunto, e as vezes vejo a necessidade de ingirir algumas pílulas da felicidade e o toquezinho companheiro de guerras não me abandona.
Mas, apesar de tudo, do constrangimento que me causou na infância e parte da adolescência porque com 15 anos eu já ria disso, me divirto com a reação das pessoas.
Porque RIR É O MELHOR REMÉDIO!
30 de jun. de 2008
Minha melhor amiga
Minha melhor amiga esteve aqui.
Foi revigorante vê-la.
Tava roxinha de saudades, ainda mais agora que ela tem um pacotinho de amor dentro dela...
A gente se fala quase todo dia por telefone.
A gente se vê quase sempre por fotos atualizadas, em e-mail com assuntos doidinhos.
Mas tê-la aqui durante um fim de semana todo, foi incrível.
Tudo bem que minha afilhadinha não pode vir junto, e que isso me deixou triste, porque sou enlouquecida pelos meus sobrinhos, amo muito como se fossem meus afilhadinhos também.
Minha melhor amiga por muita sorte minha é minha irmã, ela me conhece desde sempre, toma minhas dores, fica feliz comigo e quando éramos meninas dividíamos o guarda roupas sem neuras, desde que eu ficasse longe do seu jeans "staroup", de resto era tranqüilo.
Foi um suspiro de felicidade no meio de um mês tão cheio de correria.
Agora eu tô pronta pra outra, esperando que ela e a minha afilhadinha venham nas férias também, porque até lá meu pote de saudades já estará até a boca novamente.
Foi revigorante vê-la.
Tava roxinha de saudades, ainda mais agora que ela tem um pacotinho de amor dentro dela...
A gente se fala quase todo dia por telefone.
A gente se vê quase sempre por fotos atualizadas, em e-mail com assuntos doidinhos.
Mas tê-la aqui durante um fim de semana todo, foi incrível.
Tudo bem que minha afilhadinha não pode vir junto, e que isso me deixou triste, porque sou enlouquecida pelos meus sobrinhos, amo muito como se fossem meus afilhadinhos também.
Minha melhor amiga por muita sorte minha é minha irmã, ela me conhece desde sempre, toma minhas dores, fica feliz comigo e quando éramos meninas dividíamos o guarda roupas sem neuras, desde que eu ficasse longe do seu jeans "staroup", de resto era tranqüilo.
Foi um suspiro de felicidade no meio de um mês tão cheio de correria.
Agora eu tô pronta pra outra, esperando que ela e a minha afilhadinha venham nas férias também, porque até lá meu pote de saudades já estará até a boca novamente.
25 de jun. de 2008
As flores pelo meu caminho
24 de jun. de 2008
Decreto

Esse mês e fica decretado que não terei mais TPM, crises de choro, angústia, tristeza, depressão, mudança de humor e falta de generosidade.
Ao primeiro sinal de TPM, escutarei Slave to Love e voltarei a França no ano de 95.
Quando for ter uma crise de choro, sentarei e pegarei o albúm dos meninos, taí um ótimo motivo pra chorar(alegrias).
Quando me sentir angustiada pegarei o livro "Angústia" do Graciliano e lerei o primeiro capítulo inteiro sem inventar um motivo pra parar.
Quando a tristeza tentar passar pelo solar da minha porta cantarei bem alto "Viver e não ter a vergonha de ser feliz!!!!".
No menor sinal de depressão vou olhar pra caixa de fluoxetina, vou fazer uma pesquisa de preços nas farmácias e provar pra mim mesma que não vale o preço.
Com a mudança de humor vai ser dificil. Mas bravamente tentarei me manter calma e equilibrada nos próximos 30 dias.
Falta de generosidade é no sentido mais amplo do negócio, vai desde emprestar meus ouvidos e ombros pra escutar velhos problemas alheios, e tentarei no maior esforço não pensar assim: Se o problema tem solução pra que se preocupar, se não por que se preocupar?, funciona bem pra mim, mas existe pessoas que não estão preparadas pelo apego em SEUS problemas que não gostariam de ouvir isso, a não ser tão sarcástica, etc, etc e tal
P.S.: Maridão achou a foto a cima um lixo hehehehehehe
20 de jun. de 2008
produtos NADA notáveis
(a+b).(a+b) = a²+ab+ab+b² = a²+2ab+b²
(a-b).(a-b) = a²-ab-ab+b² = a²-2ab+b²
(a+b+c).(a+b+c)=a²+ab+ac+ab+b²+bc+ac+bc+c²
Somando os termos semelhantes: a²+b²+c²+2ab+2bc+2ac
Produtos Notáveis são aqueles produtos que são freqüentemente usados e para evitar a multiplicação de termo a termo, existem algumas fórmulas que convém serem memorizadas.
1) Soma pela diferença: quadrado do primeiro menos o quadrado do segundo.
( a + b ).( a – b ) = a² - b²
2) Quadrado da soma: quadrado do primeiro, mais duas vezes o primeiro pelo segundo, mais o quadrado do segundo.
( a + b )² = a² + 2ab +b²
3) Quadrado da diferença: quadrado do primeiro, menos duas vezes o primeiro pelo segundo, mais o quadrado do segundo.
( a – b )² = a² - 2ab + b²
Existem muitas outras outras fórmulas:
( a + b ) ³ = a³ + 3 a ²b + 3ab² + b³
(a – b )³ = a³ - 3 a²b + 3ab² - b³
ENTENDEU????
Esse foi o meu pesadelo durante dois anos na sétima série, isso mesmo dois anos!
Reprovei a sétima série por não entender de jeito nenhum o que parecia notável. O produto.
Que trabalho danado me deu entender isso, que raiva, quantas e quantas páginas de caderno pra exercitar o que não entendia.
E de quebra peguei o mesmo professor nas duas sétimas, para mim era o fim, porque não conseguia simpatizar com ele, me doía, me enraivecia vê-lo tratar da minha total falta de entendimento como ignorância, se fosse nos tempos de hoje eu até poderia tê-lo processado por me expor ao ridículo(hehehehe).
Na época eu pensava "que diabos farei com isso?", os mais caridosos falavam que quando eu fosse adulta entenderia e usaria.
Ótimo sou adulta entendo e não uso pra nada.
Quando vou ao mercado, na hora de pegar a maionese na prateleira não tem uma plaquinha me dizendo que tenho que saber se (a+b).(a+b)= a²+ab+ab+b²= a²+2ab+b², pra que eu dê o resultado em valor de reais pra poder levar a maionese certo?
Quando vou no Shopping o valor da promoção não vem assim: (a+b)² = a²+2ab+b
E no banco. Quando vou falar com um gerente a respeito de um investimento a curto prazo ele não pega um papel e lápis e tenta calcular pra mim usando o tal do produto pouco notável...
Por outro lado, acho uma injustiça danada ter aprendido juros, inflação, renda, capitalização e outras coisinhas muito pertinentes, mal e porcamente. Mal explicaram e nos livros que usei não se perdia nem um capítulo pra se falar nisso. E olha que quando eu cursei a quinta série inflação era algo que causava resseção, tinha falta de leite, feijão, carne e por ai vai. Era algo palpável. Já o tal do produto...
Outra coisa que não tive na escola foi LÓGICA, isso teria tornado minha vida muito mais simples e a mateMÁtica menos assustadora.
Ma nínguem perguntou pra mim no alto da minha sabedoria com 13 anos se tudo o que vi em mateMÁtica era importante pra mim, se o curso que eu sonhava fazer, se a profissão que eu iria escolher ou a vida que eu pretendia levar dependia de saber produtos notáveis ou equações biquadrada. Nínguem quis saber o que eu pensava.
Resultado:
Sou uma pessoa que ainda não fez as pazes com os números, sou uma revoltada com a mateMÁtica.
Mas, estou aos poucos tentando dar meus primeiros passos em direção a uma conciliação. Amigas não seremos de jeito nenhum, pensamos diferentes, mas tenho que aceitá-la porque meu filho é apaixonado por ela. Gosta e se diverte com ela, então tenho que aceitar que a primeira paixão dele, não é e nem será a linda menina de cabelos escuros e sim a mateMÁtica, com todos os seus produtos, logaritimos, equações, teoremas e gráficos.
(a-b).(a-b) = a²-ab-ab+b² = a²-2ab+b²
(a+b+c).(a+b+c)=a²+ab+ac+ab+b²+bc+ac+bc+c²
Somando os termos semelhantes: a²+b²+c²+2ab+2bc+2ac
Produtos Notáveis são aqueles produtos que são freqüentemente usados e para evitar a multiplicação de termo a termo, existem algumas fórmulas que convém serem memorizadas.
1) Soma pela diferença: quadrado do primeiro menos o quadrado do segundo.
( a + b ).( a – b ) = a² - b²
2) Quadrado da soma: quadrado do primeiro, mais duas vezes o primeiro pelo segundo, mais o quadrado do segundo.
( a + b )² = a² + 2ab +b²
3) Quadrado da diferença: quadrado do primeiro, menos duas vezes o primeiro pelo segundo, mais o quadrado do segundo.
( a – b )² = a² - 2ab + b²
Existem muitas outras outras fórmulas:
( a + b ) ³ = a³ + 3 a ²b + 3ab² + b³
(a – b )³ = a³ - 3 a²b + 3ab² - b³
ENTENDEU????
Esse foi o meu pesadelo durante dois anos na sétima série, isso mesmo dois anos!
Reprovei a sétima série por não entender de jeito nenhum o que parecia notável. O produto.
Que trabalho danado me deu entender isso, que raiva, quantas e quantas páginas de caderno pra exercitar o que não entendia.
E de quebra peguei o mesmo professor nas duas sétimas, para mim era o fim, porque não conseguia simpatizar com ele, me doía, me enraivecia vê-lo tratar da minha total falta de entendimento como ignorância, se fosse nos tempos de hoje eu até poderia tê-lo processado por me expor ao ridículo(hehehehe).
Na época eu pensava "que diabos farei com isso?", os mais caridosos falavam que quando eu fosse adulta entenderia e usaria.
Ótimo sou adulta entendo e não uso pra nada.
Quando vou ao mercado, na hora de pegar a maionese na prateleira não tem uma plaquinha me dizendo que tenho que saber se (a+b).(a+b)= a²+ab+ab+b²= a²+2ab+b², pra que eu dê o resultado em valor de reais pra poder levar a maionese certo?
Quando vou no Shopping o valor da promoção não vem assim: (a+b)² = a²+2ab+b
E no banco. Quando vou falar com um gerente a respeito de um investimento a curto prazo ele não pega um papel e lápis e tenta calcular pra mim usando o tal do produto pouco notável...
Por outro lado, acho uma injustiça danada ter aprendido juros, inflação, renda, capitalização e outras coisinhas muito pertinentes, mal e porcamente. Mal explicaram e nos livros que usei não se perdia nem um capítulo pra se falar nisso. E olha que quando eu cursei a quinta série inflação era algo que causava resseção, tinha falta de leite, feijão, carne e por ai vai. Era algo palpável. Já o tal do produto...
Outra coisa que não tive na escola foi LÓGICA, isso teria tornado minha vida muito mais simples e a mateMÁtica menos assustadora.
Ma nínguem perguntou pra mim no alto da minha sabedoria com 13 anos se tudo o que vi em mateMÁtica era importante pra mim, se o curso que eu sonhava fazer, se a profissão que eu iria escolher ou a vida que eu pretendia levar dependia de saber produtos notáveis ou equações biquadrada. Nínguem quis saber o que eu pensava.
Resultado:
Sou uma pessoa que ainda não fez as pazes com os números, sou uma revoltada com a mateMÁtica.
Mas, estou aos poucos tentando dar meus primeiros passos em direção a uma conciliação. Amigas não seremos de jeito nenhum, pensamos diferentes, mas tenho que aceitá-la porque meu filho é apaixonado por ela. Gosta e se diverte com ela, então tenho que aceitar que a primeira paixão dele, não é e nem será a linda menina de cabelos escuros e sim a mateMÁtica, com todos os seus produtos, logaritimos, equações, teoremas e gráficos.
14 de jun. de 2008
Os meus queridinhos
Gosto demais de "perder" 2 horas(as vezes mais ou menos), na frente de uma tela de cinema ou TV, vendo e revendo meus filminhos, alguns tenho em casa, outros ainda estou esperando o preço baixar... Mas é sempre uma delícia quando vejo que vai passar na TV, pode até ser na sessão da tarde ou na TV paga, tanto faz o prazer é o mesmo.
Feitiço do tempo - Groundhog day, "dia da marmota" no título original com Bill Murray e Andie MacDowell.
O Advogado do Diabo - The Devil Advocate com Keanu Reeves, Al Pacino e Charlize Theron
Um Lugar Chamado Notting Hill - Notting Hill, com Hugh Grant e Julia Roberts
A História de Nós Dois - The Story of Us, com Bruce Willis e Michelle Pfeiffer
Memórias de uma Gueixa - Memoirs of a Geisha, com com Zhang Ziyi, Michelle Yeoh e Ken Watanabe(O Ultimo Samurai)
Primavera, Verão, Outono, Inverno e... Primavera - Bom Yeorum Gaeul Gyeoul Geurigo Bom, ninguém famoso nos trópicos!
Grease - Nos Tempos da Brilhantina - Grease, com John Travolta e Olivia Newton-John
Curtindo a Vida Adoidado - Ferris Bueller's Day Off, com Matthew Broderick e Jennifer Grey(a Baby de Dirty Dancing!)
A Fantástica Fábrica de Chocolate - Willy Wonka & the Chocolate Factory, com Gene Wilder, versão de 1971
A listinha não termina aqui, tem pelo menos mais uns vinte ou trinta entre os meus "queridinhos", mas por hora é só(pessoal)
Feitiço do tempo - Groundhog day, "dia da marmota" no título original com Bill Murray e Andie MacDowell.
O Advogado do Diabo - The Devil Advocate com Keanu Reeves, Al Pacino e Charlize Theron
Um Lugar Chamado Notting Hill - Notting Hill, com Hugh Grant e Julia Roberts
A História de Nós Dois - The Story of Us, com Bruce Willis e Michelle Pfeiffer
Memórias de uma Gueixa - Memoirs of a Geisha, com com Zhang Ziyi, Michelle Yeoh e Ken Watanabe(O Ultimo Samurai)
Primavera, Verão, Outono, Inverno e... Primavera - Bom Yeorum Gaeul Gyeoul Geurigo Bom, ninguém famoso nos trópicos!
Grease - Nos Tempos da Brilhantina - Grease, com John Travolta e Olivia Newton-John
Curtindo a Vida Adoidado - Ferris Bueller's Day Off, com Matthew Broderick e Jennifer Grey(a Baby de Dirty Dancing!)
A Fantástica Fábrica de Chocolate - Willy Wonka & the Chocolate Factory, com Gene Wilder, versão de 1971
A listinha não termina aqui, tem pelo menos mais uns vinte ou trinta entre os meus "queridinhos", mas por hora é só(pessoal)
13 de jun. de 2008
São tantas emoções
Não sei se é porque dormi pouco(pouquissímo mesmo), se é porque eu estou com uma tosse horrorosa, se é porque ando muito em paz comigo mesma, só sei que estou muuuuuito sensível hoje.
Já chorei vendo a reprise do programa da Oprah, já chorei vendo algum pedaços do filme "Casamento do Meu Melhor Amigo", Vendo o finalzinho de "Ghost Whisperer",na porpaganda do Pão de Açucar, lendo o Para Francisco...
Tô numa torneirinha aberta sem fim. E tô assim, não tô separando o triste do alegre não.O Caio foi pra escola com o pai dele e não me deu beijo, pronto chorei. Na contramão chorei com o Pedro falando que quer namorar comigo...
Não estou nem perto da TPM, vou por a culpa em que? hehehe
Amanhã passa.
Tudo passa, tudo passará!
Já chorei vendo a reprise do programa da Oprah, já chorei vendo algum pedaços do filme "Casamento do Meu Melhor Amigo", Vendo o finalzinho de "Ghost Whisperer",na porpaganda do Pão de Açucar, lendo o Para Francisco...
Tô numa torneirinha aberta sem fim. E tô assim, não tô separando o triste do alegre não.O Caio foi pra escola com o pai dele e não me deu beijo, pronto chorei. Na contramão chorei com o Pedro falando que quer namorar comigo...
Não estou nem perto da TPM, vou por a culpa em que? hehehe
Amanhã passa.
Tudo passa, tudo passará!
11 de jun. de 2008
Mais um dia com você!

Um dia, ao telefone ele falou que tinha uma música que o fazia lembrar de mim, botou pra tocar ali mesmo, no telefone num interurbano que costumavámos fazer todos os dias as 8:15 da noite. E foi assim que For Your Babies, se tornou a nossa música tema, isso foi em 1993 e dura até hoje!
Davi, eu te amo mesmo quando parece que o amor não está aqui!
Desafio...(paca, pouco ou picas)
A Nina, me passou o seguinte desfaio: listar 6 coisas às quais eu não dou importância.
Pra ser muuuuuuito sincera tô achando muito difícil porque sei do que não gosto, então fiz a minha listinha assim, colocando o que pouco tem importância e o que me irrita mesmo.
NÃO DOU IMPORTÂNCIA:
1. pros cachorros da vizinhança quando resolvem latir a noite toda, em compensação se minha cadelinha abre sua linda boquinha, me leva a loucura!
2. para aparência física, seja a pessoa, gorda ou magra, alta ou baixa, cabeluda ou careca, tatuada ou cheia de piercings, tortinha ou super reta... E por aí vai. Por outro lado me aborreço facinho facinho com a burrice, ignorância e preconceito.
3. moda pra mim, geralmente fica muito mais bonito nos outros do que em mim, sigo minha própria tendência, que é usar o que é bonito, confortável, com cores alegres e muito prático, nas avessas disso, me incomoda demais esse lance de grife, não gosto muito de pessoas mural ou outdoor que levam mais em conta a marca do que o produto...
4. nível social, financeiro, educacional...
mas sempre me vejo defendendo com unhas, garras e dentes os menos privilegiados.
5. celulite, estria, varizes, manchinhas, cabelo enrolado, cabelo muito liso, pra mim isso só diferencia o ser humano, pode ter certeza, minhas celulites, varizes, estrias não são iguais as suas!
6. e isso eu só aprendi faz pouquissímo tempo: bagunça de filhos e marido são permanentes, não adianta ficar igual uma louca compulsiva atras dos danados pra que eles arrumem. Não adianta gritar, chorar, fazer ameaças de morte e nem dizer que vai se enforcar no pé de couve. A ordem de cada individuo e diferente no seu ponto de vista. Por outro lado... fico enlouquecida se minha gaveta de calcinhas fica bagunçada.
Agora pra prosseguir o desafio eu teria que mandar pra outras pessoas também. Como sou nova por aqui e conheço praticamente as mesmas pessoas que a Nina, vou mandar pras minhas comadres aqui de perto via e-mail mesmo ok?
Pra ser muuuuuuito sincera tô achando muito difícil porque sei do que não gosto, então fiz a minha listinha assim, colocando o que pouco tem importância e o que me irrita mesmo.
NÃO DOU IMPORTÂNCIA:
1. pros cachorros da vizinhança quando resolvem latir a noite toda, em compensação se minha cadelinha abre sua linda boquinha, me leva a loucura!
2. para aparência física, seja a pessoa, gorda ou magra, alta ou baixa, cabeluda ou careca, tatuada ou cheia de piercings, tortinha ou super reta... E por aí vai. Por outro lado me aborreço facinho facinho com a burrice, ignorância e preconceito.
3. moda pra mim, geralmente fica muito mais bonito nos outros do que em mim, sigo minha própria tendência, que é usar o que é bonito, confortável, com cores alegres e muito prático, nas avessas disso, me incomoda demais esse lance de grife, não gosto muito de pessoas mural ou outdoor que levam mais em conta a marca do que o produto...
4. nível social, financeiro, educacional...
mas sempre me vejo defendendo com unhas, garras e dentes os menos privilegiados.
5. celulite, estria, varizes, manchinhas, cabelo enrolado, cabelo muito liso, pra mim isso só diferencia o ser humano, pode ter certeza, minhas celulites, varizes, estrias não são iguais as suas!
6. e isso eu só aprendi faz pouquissímo tempo: bagunça de filhos e marido são permanentes, não adianta ficar igual uma louca compulsiva atras dos danados pra que eles arrumem. Não adianta gritar, chorar, fazer ameaças de morte e nem dizer que vai se enforcar no pé de couve. A ordem de cada individuo e diferente no seu ponto de vista. Por outro lado... fico enlouquecida se minha gaveta de calcinhas fica bagunçada.
Agora pra prosseguir o desafio eu teria que mandar pra outras pessoas também. Como sou nova por aqui e conheço praticamente as mesmas pessoas que a Nina, vou mandar pras minhas comadres aqui de perto via e-mail mesmo ok?
7 de jun. de 2008
Para se viver um grande amor

Para se viver um grande amor não basta apenas amar, tem que ter paciência(de Jó), um estômago de avestruz(pra engolir sapos), uma sabedoria(Budista), ouvidos(de penico, porque com certeza vamos ouvir muita M...), humor, noção de espaço, silêncio(sim!)e umas coisinhas que quando eu era criança chamava de "semâncol e desconfiômetro".
Porque o amor é frágil, fácil de ser corrompido, fácil de se esquecer...
Há de se ter também, sintonia.
Olhar para o outro, não como parte de nós, e sim como indíviduo, que sofre, que chora, que fica num mal humor danado, que tem dor de barriga, insônia, medos,que tem fome de madrugada, que não entende nada e que as vezes é até um "zé mané".
Amar o outro não é criar dele uma versão do que somos, é amar os defeitos e as qualidades, porque o outro é o complemento do que queremos ter.
Para se viver um grande amor temos que abrir as janelas alma, ligar a antena do coração e esquecer um pouco da razão.
Hoje ele está de muito mal humor e rabugento.
Sejamos fortes!
Amo. Amo. Amo.
6 de jun. de 2008
3 de jun. de 2008
Ele, só Ele
A gente se conheceu meio por acaso, ele o primo da noiva, eu a prima do noivo.Ele me conta que já tinha ficado de olho em mim, eu nem tinha visto ele.
Entre as festas de fim de ano, os noivos(agora casados), que frequentavam sempre minha casa nessa época, resolveram chamá-lo pra ir até a minha casa, já que ele estava sozinho por aqui, ele nessa época morava em Brasília eu Curitiba.
Foi afinidade logo de cara, adorei o jeito que ele ria, ele muito tímido, num ambiente onde só conhecia os noivos, me desdobrei ao máximo pra que ele se sentisse bem. Me apeguei nele logo de cara.
Como ele ainda ia ficar por aqui mais um tempo, combinamos um cinema, mas ficou um combinado meio no ar, minha mãe foi quem me deu o toque pra ligar pra ele. Liguei, fomos ao cinema no dia seguinte. Não deu outra, engatamos um namoro pra lá de improvável. Afinal tinhamos uma distância de 1.400 quilômetros nos separando, e deu muuuuito certo.
A gente sempre dividiu tudo, assuntos sérios, banalidades, filmes, livros e música muita música...
Essa foi o Davi que me apresentou:
"Mon enfant nue sur les galets
Le vent dans tes cheveux défaits
Comme un printemps sur mon trajet
Un diamant tombé d'un coffret
Seule la lumière pourrait
Défaire nos repères secrets
Où mes doigts pris sur tes poignets
Je t'aimais, je t'aime et je t'aimerai
Quoi que tu fasses
L'amour est partout où tu regardes
Dans les moindres recoins de l'espace
Dans le moindre rêve où tu t'attardes
L'amour comme s'il en pleuvait
Nu sur les galets
Le ciel prétend qu'il te connaît
Il est si beau c'est sûrement vrai
Lui qui ne s'approche jamais
Je l'ai vu pris dans tes filets
Le monde a tellement de regrets
Tellement de choses qu'on promet
Une seule pour laquelle je suis fait
Je t'aimais, je t'aime et je t'aimerai
On s'envolera du même quai
Les yeux dans les mêmes reflets
Pour cette vie et celle d'après
Tu seras mon unique projet
Je m'en irai poser tes portraits
A tous les plafonds de tous les palais
Sur tous les murs que je trouverai
Et juste en dessous, j'écrirai
Que seul la lumière pourrait...
Et mes doigts pris sur tes poignets
Je t'aimais, je t'aime et je t'aimerai. "
JE T'AIMAIS, JE T'AIME ET JE T'AIMERAI - FRANCIS CABREL
2 de jun. de 2008
Acredito!
Me comovo com a tristeza alheia. Independente do grau de proximidade.
Sofro por quem conheço ou não.
Sou assim, tenho choro frouxo, sentimentos frouxos...
Também me alegro por todos.
Gosto de ouvir um "consegui", gosto de saber boas novas, fico feliz com a felicidade alheia.
Tenho um riso que é quase gargalhada.
Não gosto de pessoas que se desfazem do esforço alheio.
Não gosto de pessoas que esperam uma vida pra falar um "eu te disse".
Não gosto de pessoas que sempre se acham as melhores.
Não gosto de pessoas que falam do que não entendem.
Não gosto de pessoas coitadinhas, que nascem pra ser as mártires de tudo.
Gosto de pessoas que vão a luta.
Gosto de pessoas que não têm medo de errar.
Gosto de pessoas que se expõem sem se exibir.
Gosto de pessoas que dão valor a vida.
Gosto de pessoas que não se arrependem.
Gosto de pessoas que reconhecem um mau julgamento.
Gosto de pessoas que não têm vergonha.
Gosto mais das pessoas do que desgosto, por isso ainda acredito no ser humano e não comprei aquele adesivo de carro que diz:
Sofro por quem conheço ou não.
Sou assim, tenho choro frouxo, sentimentos frouxos...
Também me alegro por todos.
Gosto de ouvir um "consegui", gosto de saber boas novas, fico feliz com a felicidade alheia.
Tenho um riso que é quase gargalhada.
Não gosto de pessoas que se desfazem do esforço alheio.
Não gosto de pessoas que esperam uma vida pra falar um "eu te disse".
Não gosto de pessoas que sempre se acham as melhores.
Não gosto de pessoas que falam do que não entendem.
Não gosto de pessoas coitadinhas, que nascem pra ser as mártires de tudo.
Gosto de pessoas que vão a luta.
Gosto de pessoas que não têm medo de errar.
Gosto de pessoas que se expõem sem se exibir.
Gosto de pessoas que dão valor a vida.
Gosto de pessoas que não se arrependem.
Gosto de pessoas que reconhecem um mau julgamento.
Gosto de pessoas que não têm vergonha.
Gosto mais das pessoas do que desgosto, por isso ainda acredito no ser humano e não comprei aquele adesivo de carro que diz:
"Quanto mais conheço a raça humana
mais gosto do meu cachorro"
29 de mai. de 2008
Why?
Eu invento cada uma...
Sou dona de casa em tempo integral.
Tomei essa decisão quando resolvemos que queríamos mais um filho.
Daí tomei pra mim o título de "do lar".
Aceitei e assumi.
Ano passado numa dessas coceirinhas de descontentamento com a situação, resolvi voltar a estudar pra tentar passar num cargo público. Porque a iniciativa privada não tá querendo pagar pra mim o que mereço.
Então fiz meu primeiro concurso e passei, estudei num cursinho por 6 semanas.
Não contente com o resultado, continuei estudando em outro, mas dessa vez cresci o olho e fui atrás de um salário melhor, não deu, fiquei a 1 ponto pra ser classificada. Tudo bem, bola pra frente. Porque só aí, já tava me sentindo a bam-bam, porque fazia zilhões de anos que não estudava.
Agora entrei no meu terceiro cursinho, e vou tentar outro concurso.
Só que dessa vez comecei meio como pé esquerdo, porque tô numa TPM que tá me deixando bem pra baixo e com um resfriado dos bons.
Resultado: Tô querendo SUMIRRRRRRR.
Graças a Deus amanhã já passa.
Sou dona de casa em tempo integral.
Tomei essa decisão quando resolvemos que queríamos mais um filho.
Daí tomei pra mim o título de "do lar".
Aceitei e assumi.
Ano passado numa dessas coceirinhas de descontentamento com a situação, resolvi voltar a estudar pra tentar passar num cargo público. Porque a iniciativa privada não tá querendo pagar pra mim o que mereço.
Então fiz meu primeiro concurso e passei, estudei num cursinho por 6 semanas.
Não contente com o resultado, continuei estudando em outro, mas dessa vez cresci o olho e fui atrás de um salário melhor, não deu, fiquei a 1 ponto pra ser classificada. Tudo bem, bola pra frente. Porque só aí, já tava me sentindo a bam-bam, porque fazia zilhões de anos que não estudava.
Agora entrei no meu terceiro cursinho, e vou tentar outro concurso.
Só que dessa vez comecei meio como pé esquerdo, porque tô numa TPM que tá me deixando bem pra baixo e com um resfriado dos bons.
Resultado: Tô querendo SUMIRRRRRRR.
Graças a Deus amanhã já passa.
24 de mai. de 2008
Vida tem vida própria.
Sabe quando você tenta domar seus cabelos e nada?
Daí você solta um "esse cabelo tem vida própria!"
Pois é.
Tô achando que minha vida tem vida própria, independente da maneira como quero que ela seja, ela é livre, independente, quer o que quer na hora que bem decidide, e eu fico aqui numa loucura, indo e vindo, repetindo erros, repetindo acertos e sendo o que sou.
Tem dias que minha vida quase me obedece mas quando chega na hora de dormir, ela decide por outra coisa e assistimos pela milionésima vez Seinfeld...
Tem manhãs que acordo com a corda toda, mas minha vida faz a opção de outro rumo, e resolve lá pelas dez que é um bom horário pra sentar e ver desenho com os meninos.
As vezes na hora do almoço, ela decide que comer o convencional e nutritivo não é bom. Quer um cheeseburger e pronto.
Mas o que mais gosto mesmo e nem conto pra ela, e quando ela decide ter um dia só dela. Vida pura e simples pra todo lado, então ela me leva pra passear, ando de carrinho de rolimã com os meninos, dou risadas com o marido, tiro a sandália e mesmo com o risco de enfiar o pé num vidro, ando na grama, correr pelo quintal atrás da Pepita(minha viralatinha), tomar sorvete e nem se importar com as manchas nas camisetas minha e dos meninos...
Comer um almocinho simples, me faz esquecer a louça na pia, me convida pra ver a reprise de um bom filme ou nem tanto.
Nesses dias em que ela domina tudo, o tempo todo, esqueço que tenho dores de cabeça crônica, que minhas costas estão doendo, que não tenho grana pra fazer tudo o que quero, etc.
Vai vida, me leva pra onde você quer ir!!
Daí você solta um "esse cabelo tem vida própria!"
Pois é.
Tô achando que minha vida tem vida própria, independente da maneira como quero que ela seja, ela é livre, independente, quer o que quer na hora que bem decidide, e eu fico aqui numa loucura, indo e vindo, repetindo erros, repetindo acertos e sendo o que sou.
Tem dias que minha vida quase me obedece mas quando chega na hora de dormir, ela decide por outra coisa e assistimos pela milionésima vez Seinfeld...
Tem manhãs que acordo com a corda toda, mas minha vida faz a opção de outro rumo, e resolve lá pelas dez que é um bom horário pra sentar e ver desenho com os meninos.
As vezes na hora do almoço, ela decide que comer o convencional e nutritivo não é bom. Quer um cheeseburger e pronto.
Mas o que mais gosto mesmo e nem conto pra ela, e quando ela decide ter um dia só dela. Vida pura e simples pra todo lado, então ela me leva pra passear, ando de carrinho de rolimã com os meninos, dou risadas com o marido, tiro a sandália e mesmo com o risco de enfiar o pé num vidro, ando na grama, correr pelo quintal atrás da Pepita(minha viralatinha), tomar sorvete e nem se importar com as manchas nas camisetas minha e dos meninos...
Comer um almocinho simples, me faz esquecer a louça na pia, me convida pra ver a reprise de um bom filme ou nem tanto.
Nesses dias em que ela domina tudo, o tempo todo, esqueço que tenho dores de cabeça crônica, que minhas costas estão doendo, que não tenho grana pra fazer tudo o que quero, etc.
Vai vida, me leva pra onde você quer ir!!
23 de mai. de 2008
35inco inco!!!!

Hoje é o meu aniversário.
Acordei com sono e tô assim até agora.
Porque será que temos sempre a impressão de que no nosso aniversário tem que acontecer algo surreal, que o dia tem que ser perfeito???
Meu dia começou com sono e vai terminar assim, e acho que já está sendo muuuuito legal.
Tem sol, o céu ainda está azul, deu pra ficar de camiseta o dia todo, ganhei presente dos meus meninos, minha irmã me ligou, minha cunhada avisou que vem(ou hoje, ou amanhã ou depois...), fiz strogonoff de frango no almoço, fui ao mercado andando pra pensar na vida, ganhei muitos beijos do Pedro, porque o Caio tem vergonha de me beijar na frente das pessoas.
Minha cadelinha pediu colo e ganhou.
Tirei um cochilinho enquanto o Pedro via o Luie.
O dia está perfeito.
Os dias são perfeitos!
Parabéns pra mim, pra você e pra todo mundo!!!
22 de mai. de 2008
Bobeirinhas..
Sei que é uma bobeirinha sem fim, mas adorei pelo lado engraçado do negócio, funciona como uma vingancinha feminina pras 'quelas piadinhas de que mulher só serve pra pilotar fogão.
E aproveitando que hoje é meu último dia de 34 anos.
O marido cuida da parte financeira, paga as contas dos filhos, da esposa e da casa.
O outro cuida de você.
O marido fala dos problemas, das contas a pagar, das dificuldades do dia.O outro fala da saudade que sentiu de você durante a sua ausência.
O marido compra uma roupa nova para ir a um compromisso de trabalho.
O outro tira essa mesma roupa só pra você.
O marido dorme com aquela camiseta velha e de cueca (às vezes até de meia).
O outro dorme completamente nu, abraçadinho a você.
O marido reclama das coisas que tem que consertar em casa.
O outro te recebe no apartamento onde tudo funciona perfeitamente.
O marido telefona pra casa e fica perguntando o que tem que comprar no açougue, no supermercado, padaria e etc.
O outro telefona só pra dizer que comprou um champagnhe que você vai adorar.
O marido reclama do chefe, do trabalho, de ser empresário, de ter q cuidar de tudo, do cansaço de acordar cedo.
O outro reclama a sua ausência e os dias que fica sem te ver.
Bem, você vai me perguntar:
- Por que não trocar o marido pelo amante?Pelo simples fato de que o amante se for viver com você, passará para o papel de marido e logo, logo, você precisará arrumar outro.
Ahhhh, esqueci!
O outro nunca vai tomarcerveja com os amigos numa sexta-feira
E aproveitando que hoje é meu último dia de 34 anos.
O marido cuida da parte financeira, paga as contas dos filhos, da esposa e da casa.
O outro cuida de você.
O marido fala dos problemas, das contas a pagar, das dificuldades do dia.O outro fala da saudade que sentiu de você durante a sua ausência.
O marido compra uma roupa nova para ir a um compromisso de trabalho.
O outro tira essa mesma roupa só pra você.
O marido dorme com aquela camiseta velha e de cueca (às vezes até de meia).
O outro dorme completamente nu, abraçadinho a você.
O marido reclama das coisas que tem que consertar em casa.
O outro te recebe no apartamento onde tudo funciona perfeitamente.
O marido telefona pra casa e fica perguntando o que tem que comprar no açougue, no supermercado, padaria e etc.
O outro telefona só pra dizer que comprou um champagnhe que você vai adorar.
O marido reclama do chefe, do trabalho, de ser empresário, de ter q cuidar de tudo, do cansaço de acordar cedo.
O outro reclama a sua ausência e os dias que fica sem te ver.
Bem, você vai me perguntar:
- Por que não trocar o marido pelo amante?Pelo simples fato de que o amante se for viver com você, passará para o papel de marido e logo, logo, você precisará arrumar outro.
Ahhhh, esqueci!
O outro nunca vai tomarcerveja com os amigos numa sexta-feira
19 de mai. de 2008
A FABI
Nessa vida fui presenteada com belas pessoas.
Tive uma mãe acima da média, tenho irmão maravilhosos, irmãos que escolhi pra percorrer comigo esse caminho, sobrinhos lindos, uma cunhada caprichada(!!),um paidrasto magnífico que trouxe junto com ele uma nova família, dois fihos especialmente especiais(sem palavras pra descrevê-los), um maridão companheirão...
Mas minha pessoa preferida do dia hoje é a minha IRMÃ.
Eu e a Fabi somos assim: OPOSTO em TUDO.
Mas nos damos muito bem.
Quando erámos mocinhas(hahaha), dividíamos o mesmo quarto, que resolvemos pintar de rosa e minha mãe no maior capricho fez uma cortina de cetim rosa pra combinar, dividíamos roupas, guarda-chuvas, perfumes, músicas e sonhos. Era uma delícia.
Nessa época gostávamos do A-Ha e de quase todas as músicas dor de cotovelo possível.
Davámos boa noite pro seu Cid (Moreira), assistíamos "contos de fadas" que passava na Cultura,enquanto esperávamos nossos namorados ligar, e escolhemos o nosso vestido de noiva. Por ironia do destino, ela só casou no civil e eu muito sem-vergonha não me casei de modo algum, só no espiritual.
A Fabi é 3 anos mais velha que eu, ela é calma, tem uma paciência de Jó, pouco se irrita, não dança, cozinha que é uma beleza e sempre está perfumada.
A Fabi também é a madrinha do Caio, meu filho mais velho e eu sou madrinha filha dela a Julia. Somos comadres ao quadrado. Temos uma relação muito forte, que se intensificou com a partida da nossa mãe.
Minha irmã é nota 10!
Segredinho: Ela tá grávida de novo!!!!
Tive uma mãe acima da média, tenho irmão maravilhosos, irmãos que escolhi pra percorrer comigo esse caminho, sobrinhos lindos, uma cunhada caprichada(!!),um paidrasto magnífico que trouxe junto com ele uma nova família, dois fihos especialmente especiais(sem palavras pra descrevê-los), um maridão companheirão...
Mas minha pessoa preferida do dia hoje é a minha IRMÃ.
Eu e a Fabi somos assim: OPOSTO em TUDO.
Mas nos damos muito bem.
Quando erámos mocinhas(hahaha), dividíamos o mesmo quarto, que resolvemos pintar de rosa e minha mãe no maior capricho fez uma cortina de cetim rosa pra combinar, dividíamos roupas, guarda-chuvas, perfumes, músicas e sonhos. Era uma delícia.
Nessa época gostávamos do A-Ha e de quase todas as músicas dor de cotovelo possível.
Davámos boa noite pro seu Cid (Moreira), assistíamos "contos de fadas" que passava na Cultura,enquanto esperávamos nossos namorados ligar, e escolhemos o nosso vestido de noiva. Por ironia do destino, ela só casou no civil e eu muito sem-vergonha não me casei de modo algum, só no espiritual.
A Fabi é 3 anos mais velha que eu, ela é calma, tem uma paciência de Jó, pouco se irrita, não dança, cozinha que é uma beleza e sempre está perfumada.
A Fabi também é a madrinha do Caio, meu filho mais velho e eu sou madrinha filha dela a Julia. Somos comadres ao quadrado. Temos uma relação muito forte, que se intensificou com a partida da nossa mãe.
Minha irmã é nota 10!
Segredinho: Ela tá grávida de novo!!!!
16 de mai. de 2008
As diferenças
Quando eu tinha 20 anos, eu dormia cedo e acordava cedo sozinha.
Sem despertador, sem ninguém precisar me cutucar
Com 35, eu durmo depois de por ordem na casa, e isso é tarde.
Acordo com o Pedro falando que quer assistir Blue, o com o Caio falando que tá morrendo de fome.
Quando eu tinha 20 anos, podia programar a minha semana porque nada saia do contexto pré estabelecido por mim.
Com 35, minha semana é uma ZONA.
Quando tinha 20 anos ainda tinha mãe.
Com 35 sou mãe de dois.
Quando tinha 20 anos comia de tudo, sem nunca engordar um graminha no peso.
Não tinha barriga, culote, celulite ou varizes
Com 35, engordo só de pensar em comida, tenho uma pochete adquirida depois da cesárea do Pedro, não tenho culote, não vejo minhas celulites e tenho uma bacia hidrográfica mundial nas pernas.
Quando tinha 20 anos o máximo que fazia na cozinha era miojo, lavar louça, fritar ovo e nescau no microondas.
Com 35, lavo, passo e cozinho.
Com 20 anos só trabalhava fora, e achava que fazia muito.
Com 35, trabalho em casa como uma "escrava branca", e estou ensaiando a volta ao mundo que trabalha, mas recebe!
Com 20 anos eu achava que sabia tudo, que podeira conquistar o mundo e que era absurdamente feliz.
Com 35 eu já sei bastante mas estou aprendendo tudo, conquistei 3 mundos muito importantes pra mim, sou absurdamente feliz.
Sem despertador, sem ninguém precisar me cutucar
Com 35, eu durmo depois de por ordem na casa, e isso é tarde.
Acordo com o Pedro falando que quer assistir Blue, o com o Caio falando que tá morrendo de fome.
Quando eu tinha 20 anos, podia programar a minha semana porque nada saia do contexto pré estabelecido por mim.
Com 35, minha semana é uma ZONA.
Quando tinha 20 anos ainda tinha mãe.
Com 35 sou mãe de dois.
Quando tinha 20 anos comia de tudo, sem nunca engordar um graminha no peso.
Não tinha barriga, culote, celulite ou varizes
Com 35, engordo só de pensar em comida, tenho uma pochete adquirida depois da cesárea do Pedro, não tenho culote, não vejo minhas celulites e tenho uma bacia hidrográfica mundial nas pernas.
Quando tinha 20 anos o máximo que fazia na cozinha era miojo, lavar louça, fritar ovo e nescau no microondas.
Com 35, lavo, passo e cozinho.
Com 20 anos só trabalhava fora, e achava que fazia muito.
Com 35, trabalho em casa como uma "escrava branca", e estou ensaiando a volta ao mundo que trabalha, mas recebe!
Com 20 anos eu achava que sabia tudo, que podeira conquistar o mundo e que era absurdamente feliz.
Com 35 eu já sei bastante mas estou aprendendo tudo, conquistei 3 mundos muito importantes pra mim, sou absurdamente feliz.
13 de mai. de 2008
pensando no aniversário
Passou o dia das mãe e agora eu começo a contagem regressiva para os meus 35inco-inco com eco e tudo como diz o Caio.
Na verdade, eu já começo a contabilizar os meus novos anos apartir do mês de agosto do ano vigente, ou seja o mês em que acho que fui concebida. Então em agosto já tenho 36, só que eu não gosto de idade com 6 no final, prefiro o 7 e o 8, sabe-se Deus por qual maluquice da minha cabeça. Então passarei o ano com 35inco-inco mesmo.
Quando fiz 30 anos fiz uma listinha humilde de 30 presentes que eu gostaria de ganhar do maridão, pensando que se ganhasse 2 ou 3 já estaria no lucro. Ele me deu 5 itens da lista, e pra não dar o braço a torcer da alegria que fiquei, fiquei azucrianando o pobre falando que ainda faltavam 25 presentes...
Esse ano não vou fazer uma lista, pelo menos não pra dar pra ele, porque eu adoro uma listinha. Faço pra tudo, lista de mercado, de afazeres, de roupas que os meninos estão precisando, de roupas que eu estou precisando, de coisas que ainda quero fazer esse ano, de coisas que tenho que fazer antes de morrer... enfim listinha pra tudo.
Tenho 2 ou 3 listinhas pendurada na porta do meu guarda-roupa, porque lá é o único lugar da casa que posso realmente chamar de meu, o resto é nosso ou deles.
Adoro ganhar presente, e na minha família isso não é segredo pra nínguem, vai ser muito raro ouvir o famosinho "não precisava" sair da minha boca, só falo isso quando realmente não precisava, mas de resto agradeço e uso muito ou exponho muito o que ganho, porque ganhar presente também é uma arte, eu sempre, quando ganho um presente, me ponho no lugar da pessoa que me deu, imagino ela saindo pra comprar, ela escolhendo... Tudo sendo feito tão pra mim que não tem como não gostar. Sem falar nas duas artistas mais artista da familia, a Ana minha cunhada, que tem feito trabalhos lindos em biscuit e da Fernanda amiga e alma gêmea nas loucuras, que faz umas caixinhas lindas.
Mas esse ano não vou pedir nada, não vou dar indireta de nada quero ser surpreendida pelos meus meninos, se eu ganhar um cartão como o que ganhei no dia das mães do Caio já valerá muito a pena ter 35inco-inco.
Na verdade, eu já começo a contabilizar os meus novos anos apartir do mês de agosto do ano vigente, ou seja o mês em que acho que fui concebida. Então em agosto já tenho 36, só que eu não gosto de idade com 6 no final, prefiro o 7 e o 8, sabe-se Deus por qual maluquice da minha cabeça. Então passarei o ano com 35inco-inco mesmo.
Quando fiz 30 anos fiz uma listinha humilde de 30 presentes que eu gostaria de ganhar do maridão, pensando que se ganhasse 2 ou 3 já estaria no lucro. Ele me deu 5 itens da lista, e pra não dar o braço a torcer da alegria que fiquei, fiquei azucrianando o pobre falando que ainda faltavam 25 presentes...
Esse ano não vou fazer uma lista, pelo menos não pra dar pra ele, porque eu adoro uma listinha. Faço pra tudo, lista de mercado, de afazeres, de roupas que os meninos estão precisando, de roupas que eu estou precisando, de coisas que ainda quero fazer esse ano, de coisas que tenho que fazer antes de morrer... enfim listinha pra tudo.
Tenho 2 ou 3 listinhas pendurada na porta do meu guarda-roupa, porque lá é o único lugar da casa que posso realmente chamar de meu, o resto é nosso ou deles.
Adoro ganhar presente, e na minha família isso não é segredo pra nínguem, vai ser muito raro ouvir o famosinho "não precisava" sair da minha boca, só falo isso quando realmente não precisava, mas de resto agradeço e uso muito ou exponho muito o que ganho, porque ganhar presente também é uma arte, eu sempre, quando ganho um presente, me ponho no lugar da pessoa que me deu, imagino ela saindo pra comprar, ela escolhendo... Tudo sendo feito tão pra mim que não tem como não gostar. Sem falar nas duas artistas mais artista da familia, a Ana minha cunhada, que tem feito trabalhos lindos em biscuit e da Fernanda amiga e alma gêmea nas loucuras, que faz umas caixinhas lindas.
Mas esse ano não vou pedir nada, não vou dar indireta de nada quero ser surpreendida pelos meus meninos, se eu ganhar um cartão como o que ganhei no dia das mães do Caio já valerá muito a pena ter 35inco-inco.
8 de mai. de 2008
Ainda no quesito música...
Existe algumas músicas que são chicletes.
É só passar por alguém que esteja cantarolando, assoviando ou ouvindo a dita e a danada gruda na cabeça.
Ontem foi assim.
Acordei com P DA VIDA NA CABEÇA, e no final da tarde fui buscar meu filho na escola e alguém tava escutando num carro "QUANDO GIRA O MUNDO" - Fábio Junior(o Rod Stwart Brasileiro), uma passadinha de menos de 5 segundos e voltei pra casa cantando. Hoje acordei com a música na cabeça e quem disse que ela quer sair. Já tentei outras músicas chicletes para que o Fabioca saia da minha cabeça, mas que nada. Já até tentei "Eguinha Pocotó"(o cúmulo), porque chega uma hora depois de várias análises sobre a letra e da empolgação do cantor que me sinto quase na obrigação de cantar outra coisa. Tô quase jogando a toalha.
Então cantem comigo!
Tuuuudo, tuuuudo
Pode aconteceeeer
Feche os olhos
Solte o seu prazeeeer
Quando o sonho traz
A vida traaaaaz...(O que?)
Tudo, tuuuudo
Pode o amor ganhaaaar
Passe o tempo
Passe o que passaaaar
A noite vem
O dia vaiiii...
EVERYBODY NOW
Quando gira o mundú
E alguém chega ao fundú
De um seeeer humanuuuu
Há uma estrêla solta
Pelo céu da booooca
Se alguém diz
Ti amuuuú! (nessa parte já estou totalmante enlouquecida de empolgação!)
E uma esperança
Desce junto
Com a madrugaaaada
Como o sol surgindo
Cada vez mais lindú
Pela nossa estradaaaaa...(2x)
Esqueeeeça então
O "não" e o "talvez"
Diga: "sim"
Esta é a sua vez
É o seu amoooor
Que vai chegaaaar...
Quando gira o mundú
E alguém chega ao fundú
De um ser humanuuuu
Há uma estrêla sooolta
Pelo céu da booooca
Se alguém diz
Ti amuuuú!
E uma esperança
Desce junto
Com a madrugaaaada
Como o sol surgindo
Cada vez mais lindú
Pela nossa estraaaada...(3x)
É só passar por alguém que esteja cantarolando, assoviando ou ouvindo a dita e a danada gruda na cabeça.
Ontem foi assim.
Acordei com P DA VIDA NA CABEÇA, e no final da tarde fui buscar meu filho na escola e alguém tava escutando num carro "QUANDO GIRA O MUNDO" - Fábio Junior(o Rod Stwart Brasileiro), uma passadinha de menos de 5 segundos e voltei pra casa cantando. Hoje acordei com a música na cabeça e quem disse que ela quer sair. Já tentei outras músicas chicletes para que o Fabioca saia da minha cabeça, mas que nada. Já até tentei "Eguinha Pocotó"(o cúmulo), porque chega uma hora depois de várias análises sobre a letra e da empolgação do cantor que me sinto quase na obrigação de cantar outra coisa. Tô quase jogando a toalha.
Então cantem comigo!
Tuuuudo, tuuuudo
Pode aconteceeeer
Feche os olhos
Solte o seu prazeeeer
Quando o sonho traz
A vida traaaaaz...(O que?)
Tudo, tuuuudo
Pode o amor ganhaaaar
Passe o tempo
Passe o que passaaaar
A noite vem
O dia vaiiii...
EVERYBODY NOW
Quando gira o mundú
E alguém chega ao fundú
De um seeeer humanuuuu
Há uma estrêla solta
Pelo céu da booooca
Se alguém diz
Ti amuuuú! (nessa parte já estou totalmante enlouquecida de empolgação!)
E uma esperança
Desce junto
Com a madrugaaaada
Como o sol surgindo
Cada vez mais lindú
Pela nossa estradaaaaa...(2x)
Esqueeeeça então
O "não" e o "talvez"
Diga: "sim"
Esta é a sua vez
É o seu amoooor
Que vai chegaaaar...
Quando gira o mundú
E alguém chega ao fundú
De um ser humanuuuu
Há uma estrêla sooolta
Pelo céu da booooca
Se alguém diz
Ti amuuuú!
E uma esperança
Desce junto
Com a madrugaaaada
Como o sol surgindo
Cada vez mais lindú
Pela nossa estraaaada...(3x)

7 de mai. de 2008
Tô P da Vida
Hoje me peguei cantarolando "Tô P da Vida", quando eu era menina lá na década de 80, só cantava o refrão dessa música quando ia mal na prova de matemática(foi minha trilha desde a 7ª série até o fim do 2º grau), quando minha mãe não deixava eu sair a noite, e todas as neuras pertinentes a uma adolescente.
Naquele época eu gostava muito de fazer interpretação de texto de tudo que eu lia, porque tudo era mais profundo do que estava escrito, daí eu tava pensando em como a letra era e ainda é muito forte, e apesar de ter sido um grande sucesso na época e ter sido muito escrachada pelos meninos anti boys band, a música pra mim continua sendo um clássico.
Segue a letra:
Tô P da vida
Dominó
Composição: Edgard Poças
Tô pê da vida
Tô vendo a gente tão pra baixo
Num baixo astral, num cambalacho
E muito pouco amor à vida
Tô pê da vida
E o mundo em volta da ferida
Em transes loucos, transas nossas
De mãos atadas vistas grossas
É muito pouco amor à vida
Tô pê da vida
Tão pondo fogo no planeta
E quem não tá vira careta
A fina flor do preconceito
De cor, de raça, de sujeito
Isso tem jeito (2X)
We are the world lá nas paradas
E gerações desperdiçadas
Em tantas lutas sem sentido
Fecha as cortinas do passado
Mundo grilado, dolorido
Que se conforma
Tô pê da vida
Doces jogadas ensaiadas
Nas mesas das nações unidas
Azucrinando nossas vidas
Jogos de dados combinados
Dados marcados
Tô pê da vida
Mas não me sinto derrotado
Não tem gatilho, nem cruzado(aqui eu jurava que era uma referência a moeda da época!)
Que vai me por nocauteado
A esperança é uma música
Canta essa música, nossa música, é nossa música...
Tô pê da vida
Olhando a gente tão pra baixo
Num baixo astral, num cambalacho
E muito pouco amor à vida
Tô pê da vida
Mas isso quase não é nada
Tem que enfrentar essa parada
E tem que por a mão na terra
Eu tô na guerra pela vida
Só pela vida
Viva a vida (2X)
Naquele época eu gostava muito de fazer interpretação de texto de tudo que eu lia, porque tudo era mais profundo do que estava escrito, daí eu tava pensando em como a letra era e ainda é muito forte, e apesar de ter sido um grande sucesso na época e ter sido muito escrachada pelos meninos anti boys band, a música pra mim continua sendo um clássico.
Segue a letra:
Tô P da vida
Dominó
Composição: Edgard Poças
Tô pê da vida
Tô vendo a gente tão pra baixo
Num baixo astral, num cambalacho
E muito pouco amor à vida
Tô pê da vida
E o mundo em volta da ferida
Em transes loucos, transas nossas
De mãos atadas vistas grossas
É muito pouco amor à vida
Tô pê da vida
Tão pondo fogo no planeta
E quem não tá vira careta
A fina flor do preconceito
De cor, de raça, de sujeito
Isso tem jeito (2X)
We are the world lá nas paradas
E gerações desperdiçadas
Em tantas lutas sem sentido
Fecha as cortinas do passado
Mundo grilado, dolorido
Que se conforma
Tô pê da vida
Doces jogadas ensaiadas
Nas mesas das nações unidas
Azucrinando nossas vidas
Jogos de dados combinados
Dados marcados
Tô pê da vida
Mas não me sinto derrotado
Não tem gatilho, nem cruzado(aqui eu jurava que era uma referência a moeda da época!)
Que vai me por nocauteado
A esperança é uma música
Canta essa música, nossa música, é nossa música...
Tô pê da vida
Olhando a gente tão pra baixo
Num baixo astral, num cambalacho
E muito pouco amor à vida
Tô pê da vida
Mas isso quase não é nada
Tem que enfrentar essa parada
E tem que por a mão na terra
Eu tô na guerra pela vida
Só pela vida
Viva a vida (2X)
Assinar:
Postagens (Atom)





